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A guerra em 2014 se aproxima


A Copa do Mundo aqui no Brasil se aproxima e até as instituições sérias (?), como o governo, que deveriam zelar pela cordialidade do evento com os visitantes, partem para o ridículo e absurdo. 
Como alguns destrambelhados vão receber espectadores/torcedores da argentina para a Copa? Some atitudes infelizes como a da Prefeitura de Barretos às inúmeras campanhas comerciais sobre argentinos e às idiotices de Galvão Bueno...coisa boa não vai sair.

Do Terra



SP: campanha contra dengue veste mosquito com camisa argentina


  1. Notícia
Prefeitura de Barretos usa imagem de mosquito com camisa da seleção argentina em campanha contra a dengue. Foto: Divulgação
Prefeitura de Barretos usa imagem de mosquito com camisa da seleção argentina em campanha contra a dengue
Foto: Divulgação

    A prefeitura de Barretos, no interior paulista, lançou uma nova campanha publicitária de combate à dengue que usa a figura de um mosquito transmissor da doença vestido com a camisa da seleção argentina e os dizeres "vamos vencer esse jogo". "É um recurso para mobilizar a população", afirmou a assessoria de imprensa de Barretos.
    As autoridades da região, pressionadas pela grande quantidade de mortes causadas pela dengue no País, tentaram gerar uma conscientização na população por meio da campanha que tem, ao todo, quatro imagens diferentes divulgadas em cartazes pelas ruas da cidade.
    O mosquito retratado em um dos cartazes veste a camisa de número 18, em uma possível alusão a Lionel Messi, que já usou a mesma numeração. Uma segunda figura presente é de um homem com a camisa da seleção brasileira chutando uma bola. A campanha teve início no começo de janeiro e deve durar por alguns meses.
    Parte do público não recebeu bem a estratégia adotada e se manifestou negativamente nas redes sociais, exigindo uma campanha "mais séria" e que "não ataque os vizinhos".
    Em 2010, a dengue causou mais de 530 mortes no País, sendo que foi registrado um total de quase 10 mil casos. Em 2011, já são contabilizadas 35 vítimas fatais da doença, a maior parte em Minas Gerais e São Paulo.
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    Especial Paulistão Parte 14 - Corinthians


    Com 25 milhões de torcedores fiéis, o ainda centenário Sport Club Corinthians Paulista é o maior vencedor do campeonato paulista com 26 anos.


    E a história do Timão no paulistão começou em 1914, quando venceu o seu primeiro título invicto, e repetiu o feito em 1916. No início dos anos 20, conquistou seu primeiro tricampeonato paulista seguido, em 1922, 1923 e 1924. Em 1922, teve uma importância ainda maior, por conta do centenário da independência do Brasil. Esse primeiro tricampeonato o Corinthians comandou sobre a regência do maestro Neco, atacante do Timão. O primeiro ídolo do Timão também comandou a equipe no segundo tricampeonato paulista, entre 1928, 1929 e 1930.

    Neco, o primeiro ídolo do Timão, octacampeão paulista pelo clube

    O Time do Povo estava impossível. Conquistou o seu terceiro tricampeonato consecutivo, em 1937, 1938 e 1939 e já despontava como time hegemônico no cenário estadual: em 30 anos de história, já havia conquistado 11 títulos paulistas. Esse terceiro tricampeonato foi conquistado com atuações de destaque do artilheiro Teleco.

    Teleco, 5 vezes artilheiro do Paulistão pelo Corinthians.

    Conquistou mais um título em 1941, sofrendo um primeiro jejum de dez anos até chegarmos no ano de 1951. Com a famosa linha de frente formada por Claudio Christóvam de Pinho, Baltazar, Luizinho, o Pequeno Polegar, Carbone e Mário. Com 103 gols marcados em uma única edição, o timão foi campeão em 1951. Em 1952, repetiu o feito, mas em 1954 conquistou o seu título mais importante até o momento: com a vitória de 1x0 sobre o rival Palmeiras, o time conquistou o título do IV Centenário da Cidade de São Paulo.


    A Equipe campeã do IV Centenário da Cidade de São Paulo, em 1954

    23 anos. Esse foi o tempo que o Corinthians ficou sem conquistar nenhum título paulista. Até chegarmos ao dia 13 de outubro de 1977, mais precisamente no estádio do Morumbi. O Timão fez jus ao nome, com jogadores como Zé Maria, Wladimir, Vaguinho, Palhinha e o técnico Brandão. A Ponte não ficava muito atrás, com estrelas como Carlos, Oscar, Polozi, Marco Aurélio, Dicá e Rui Rei. Este último é acusado até hoje de ter facilitado as coisas para o Alvinegro, por ter sido expulso no começo do jogo e dias depois ter assinado contrato com o clube paulista, o que nunca foi provado. Mas foi um outro jogador que entrou pra história do time: o meia Basílio que, depois de um bate-rebate na área, botou a bola no fundo da rede e fez mais de 100 mil torcedores corinthianos festejarem,  chorarem e se emocionarem com o fim de jejum de títulos.

    Basílio, o primeiro Pé de Anjo, fez o gol que encerrou o jejum de 23 anos do Timão

    O Corinthians voltou a ser campeão paulista em 1979, mas outro time do Corinthians entraria para a história. No começo da década de 80, com a abertura democrática no Brasil, o Timão fez a sua parte e aboliu a concentração. Era o começo da Democracia Corinthiana, chefiado por Sócrates, Casagrande, Zenon e Wladimir. A tática deu certo e o time conquistou o bicampeonato paulista em 1982 e 1983.

    A Democracia Corinthiana bicampeã paulista em 1982 e 1983.

    Com um gol do jovem atacante Viola, o Corinthians derrotou o Guarani de Neto por 1x0 e conquistou o título paulista em 1988. Sete anos depois, em 1995, um novo Pé de Anjo aterrissava em Parque São Jorge: o meia Marcelinho Carioca, que com um golaço de falta fez um dos gols da vitória sobre o Palmeiras, da era Parmalat.

    Marcelinho Carioca, o segundo Pé de Anjo, tetracampeão paulista pelo Corinthians

    Em 1997, o time vence o São Paulo de Rogério Ceni e conquista o Paulistão. Em 1999, de novo o maior rival Palmeiras pela frente na final. O Verdão era recém campeão da Libertadores daquele ano e ainda disputava o título paulista com o Corinthians na final. Dois jogaços, até o último terminar 2x2 e o alvinegro ganhar mais um paulista. O destaque daquele jogo foi atacante Edilson, o Capetinha que, para tirar um sarro dos rivais já que o título estava garantido, começou a fazer as famosas embaixadinhas, o que deixou os palmeirenses revoltados e começou uma confusão generalizada, e a partida foi encerrada.

    Edílson, o Capetinha, fazendo embaixadinhas para zoar os palmeirenses, em 1999.

    No novo milênio, o Corinthians ganha os títulos de 2001, em cima do Botafogo de Ribeirão Preto, e em 2003, em cima do São Paulo. Mas foi em 2009, o seu último que vai merecer um destaque, por conta da contratação do atacante Ronaldo Fenômeno. O camisa 9 jogou demais no Paulistão daquele e garantiu aos alvinegros o seu 26º campeonato paulista.

    Ronaldo foi o grande destaque do último título paulista do Timão

    CURIOSIDADES

    - É o maior vencedor do campeonato paulista, com 26 títulos

    - O atacante Neco é o jogador mais vencedor do Corinthians em campeonatos paulistas – ganhou 8, em 1914, 1916, 1922/23/24 e 1928/29/30.

    - O atacante Teleco é o jogador que mais vezes foi artilheiro do Paulistão – foram 5, em 1935 (9 gols), 1936 (28 gols), 1937 (15 gols), 1939 (32 gols) e 1941 (26 gols)

    - Teleco é ainda o recordista de gols numa única edição do paulista – em 1939, fez 32 gols.

    - Em 1951, fez 103 gols num único campeonato paulista.

    TODOS OS TÍTULOS

    1914, 1916, 1922/23/24, 1928/29/30, 1937/38/39, 1941, 1951/52, 1954, 1977, 1979, 1982/83, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003 e 2009.

    Enfim, depois de dias incessantes de pesquisas, encerrou-se o especial Paradoxos sobre o campeonato paulista. O primeiro de muitas novidades que virão durante esse ano de 2011.

    Espero que tenham gostado e continuem prestigiando o nosso blog para que ele cresça mais e mais... E hoje já começa o Paulistão, ou seja, acabou a folga e lá vamos nós para a cobertura de mais um campeonato paulista...

    Um abraço

    Guilherme de Morais e Equipe Paradoxos
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    Especial Paulistão Parte 13 - Palmeiras


    Nesta 13ª parte do especial “Paradoxos Campeonato Paulista”, vou falar sobre o time considerado Campeão do Século XX, o time de 12 Milhões de Torcedores – segundo a última pesquisa Lance realizada em maio de 2010, o time de Leão, Marcos, Kléber, Alex, Ademir da Guia e tantos outros ídolos: A Sociedade Esportiva Palmeiras


    Em 96 anos de história, o Verdão possui 22 títulos do Paulistão, sendo o primeiro deles conquistado ainda com o nome de Palestra Itália apenas em 1920, derrotando o Paulistano na final por 2x1, gols de Heitor e Forte. No biênio 1926/27, o Verdão é bicampeão, mas divide seus títulos também com o Paulistano. Em 1926, o Verdão termina o campeonato com dois artilheiros máximos pela primeira vez. Os autores da proeza foram os atacantes Heitor e Domingues, ambos com 13 gols.

    Nos anos 30, o Palestra Itália consegue seu primeiro e único tricampeonato paulista. Em 1932, 1933 e 1934, liderados por Romeu Pelliciari, duas vezes artilheiro do campeonato com 18 gols (1932) e 13 gols (1934), o Verdão emplaca também um tri-vice para o São Paulo da Floresta. Já como Palmeiras a partir de 1944, conquistou o Paulistão do mesmo ano, 1947 e 1950.

    Romeu Pellicciari, atacante da década de 40 do Palestra Itália

    Entre os anos de 1958 e 1969, a época de ouro do Santos de Pelé, Pepe, Mengálvio, Coutinho e tantos outros craques, somente o Palmeiras conseguiu quebrar a hegemonia da equipe alvinegra praiana, que durante o período acima, conquistou 9 títulos. Em 1959, liderados por Julinho Botelho e Chinesinho, 1963 e 1966, já com a formação da primeira Academia, com Djalma Santos, Djalma Dias, Valdir Joaquim de Moraes, Servílio e Vavá, conquistaram os 3 títulos para o alviverde imponente.

    A Primeira Academia, campeã paulista em 1966

    Nos anos 70, a segunda academia alviverde conquistou mais três títulos paulistas. Leão, Eurico, Luis Pereira, Dudu, Ademir da Guia, Leivinha, Cesar Maluco dentre outros, conquistaram o Paulistão em 1972, invicto, em cima do Tricolor do Morumbi. Em 1974, contra o Corinthians, no famoso jogo em que a torcida corinthiana acusou seu ídolo Roberto Rivellino como vilão da derrota para o Palmeiras e deu-se o fim do ciclo do jogador pelo clube; e em 1976, último ano do Divino Ademir da Guia com mais um título.

    A Academia campeã invicta em 1972

    A partir desse ano, deu início a tão famosa fila de títulos que o clube amargou. Nesse período, vale a lembrança do vice paulista após a derrota para a Inter de Limeira, em 1986. Foi um período marcado por vários jogadores que não tiveram sucesso pelo clube.

    Em 1993, o fim da espera chegou. Chegou também a Parmalat. Chegaram Zinho, Evair, Edmundo, Edilson, Antonio Carlos, Cleber, Roberto Carlos e outros craques. Chegou a final contra o maior rival do clube: o Corinthians. No primeiro jogo, 1x0 Corinthians e a famosa imitação de porco de Viola.

    "Chora, Viola... Imita um porco agora!!!", cantou ensandecida a torcida alviverde, em 1993

    No segundo jogo, o Alviverde dá um show de bola no adversário e faz 4x0, com dois gols de Evair, Il Matadore Palestrino.  O bi paulista aconteceu em 1994, com praticamente toda a base do ano anterior.

    O time que saiu da fila, no famoso 12 de junho de 1993... Palmeiras 4x0 Corinthians

    Em 1996, novos craques e novo título paulista. Djalminha, Cafu, Junior, Rivaldo, Muller e Luisão comandam o esquadrão centenário do Verdão, que conquista o título com apenas uma derrota sofrida.

    O time dos 102 gols, em 1996

    De lá pra cá, o Palmeiras amargou mais um jejum de títulos paulistas, agora por 12 anos. Só em 2008 o Verdão comemorou seu último título paulista. Comandado por Marcos, Martinez, Valdívia, Kléber e Alex Mineiro, o Verdão cresceu de produção durante o campeonato, eliminou o São Paulo de Adriano e Rogério Ceni na semifinal e passou fácil pela Ponte Preta na final, derrotando-a por 5x0.

    O time campeão paulista em 2008 em cima da Ponte Preta

    No ano passado, marcado por muitas confusões, demissões de treinadores e jogos péssimos, o Verdão amargou o 11° Lugar no campeonato.

    CURIOSIDADES

    - O Palmeiras é o segundo maior campeão paulista, com 22 títulos, atrás apenas do Corinthians.
    - Foi o primeiro time dos considerados “grandes” que perdeu um título para uma equipe do interior. Foi em 1986, perdendo pra Inter de Limeira.
    - Em 11 oportunidades, o Palmeiras teve o artilheiro do Campeonato Paulista – o último foi o atacante Alex Mineiro, em 2008 com 15 gols.
    - Humberto Tozzi é o maior artilheiro do Palmeiras em uma única edição do Paulistão, com 36 gols em 1954.
    - Juntamente com o Santos, o Palmeiras foi uma das únicas equipes a atingirem a marca de mais de 100 gols em uma única edição do Paulistão. Em 1996, foram 102 gols.
    - Sua pior participação no Paulistão foi em 1980, amargando o 16º Lugar.
    - Junqueira é o jogador palestrino com o maior número de títulos conquistados por um único jogador. Foram 7 em 1932/33/34, 1936, 1940, 1942 e 1944.

    TODOS OS TÍTULOS

    1920, 1926/27, 1932/33/34, 1936, 1940, 1942, 1944, 1947, 1950, 1959, 1963, 1966, 1972, 1974, 1976, 1993/94, 1996 e 2008.

    Amanhã, a última parte do especial Paradoxos no Paulistão sobre o Time do Povo e bando de loucos, o Corinthians!!!
    Até lá

    Guilherme de Morais
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    Especial Paulistão Parte 12 - São Paulo


    Com 17 milhões de torcedores, o São Paulo Futebol Clube foi fundado no dia 16 de dezembro de 1935 e tem 75 anos de histórias e 21 títulos paulistas no currículo. É o terceiro maior vencedor do Paulistão, perdendo apenas para os rivais da capital Corinthians e Palmeiras.


    Curiosamente, o primeiro título paulista do Mais Querido veio em 1931, quatro anos antes de sua fundação com o nome que carrega até hoje. O São Paulo da Floresta, que tinha em seu elenco o histórico atacante Friedenrich, que conquistou seu último título paulista como jogador, ao lado de Araken Patusca, ex-jogador do Santos.

    O Primeiro Ídolo do Mais Querido, Artur Friedenrich

    Na década de 40, o Tricolor paulista conquistou cinco títulos paulistas, sendo dois bi campeonatos, nos biênios 45/46 e 48/49. No primeiro título, em 1943, uma história muito famosa da época foi a da moeda cair em pé. Diz ela que pra se definir o campeão paulista era só decidir no cara e coroa, ou seja, entre Palmeiras e Corinthians. Um dirigente são paulino jurou que o time seria campeão e foi alvo de chacota, dizendo-lhe que o SP só seria campeão paulista se a tal moeda caísse em pé. O time foi campeão e na comemoração, a diretoria são paulina fez um carro alegórico com uma moeda em pé como destaque.

    Rui, Bauer, Leônidas da Silva, Noronha, Sastre, Mauro Ramos de Oliveira, Teixeirinha e Friaça foram alguns dos craques que conquistaram o bi-bi paulista do tricolor, fazendo da década de 40 a mais vitoriosa do clube com tão pouco tempo de história.

    O Diamante Negro no Tricolor

    Nos anos 50, mais dois títulos: em 1953 e 1957. Em 1957, o São Paulo com craques como o goleiro José Poy, o lateral direito De Sordi e os meias Canhoteiro e Zizinho em seu elenco, deixou pra trás a máquina santista de Pelé, Pepe, Coutinho, entre outros. Em 37 jogos, a equipe obteve apenas 5 derrotas.

    Por conta da construção do Morumbi, o São Paulo ficou 13 anos na fila de títulos, por conta de todos os esforços da diretoria da época serem voltados para o estádio. Assim, em 1970, o estádio Cicero Pompeu de Toledo é finalmente terminado e, com ele, voltaram os títulos.

    O Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi

    Logo de cara, um bicampeonato paulista, em 70 e 71, regado a craques como o lateral direito uruguaio Pablo Forlan, o zagueiro Roberto Dias, o lateral esquerdo Gilberto Sorriso, os meias  Terto, Gerson e Pedro Rocha e o atacante Toninho Guerreiro como destaques dos campeonatos.

    O Canhotinha de Ouro e Tricampeão Mundial com o Brasil, Gerson

    Depois, em 1975, o São Paulo tinha em seu elenco o jovem atacante Serginho, o Chulapa, só o maior artilheiro da história do tricolor – e também artilheiro daquele campeonato, com 22 gols, o meia Muricy Ramalho, o lateral direito Nelsinho Baptista e o goleiro Waldir Peres como destaques e, na campanha do título, o time obteve somente duas derrotas.

    A década de 80 foi, de longe, a melhor da história do tricolor paulista, pelo menos em matéria de títulos paulistas. Foram 5 no total, sendo mais um bicampeonato, em 1980/81, com Oscar e Dario Pereyra na zaga, Renato Pé Murcho no meio campo e Chulapa e Zé Sérgio no ataque. Em 1985, o São Paulo contou com jovens jogadores como Muller, Silas e Sidney e reforçado por medalhões como Pita, Falcão e Careca, que acabou como artilheiro daquele ano. Estava formado os “Menudos do Morumbi”. Os meninos ainda ganharam o título em 87. Em 1989, Gilmar Rinaldi, Ricardo Rocha, Raí, Bernardo e Mario Tilico.

    Os Menudos do Morumbi

    No início dos anos 90, sob a batuta do mestre Telê, o São Paulo conquistou mais um bicampeonato paulista, em 1991/92. Esses foram os primeiros da era de ouro do tricolor paulista, que conquistou Brasileiro, bi da Libertadores e bi Mundial. Zetti, Cafu, Ronaldão, Raí, Macedo, Elivelton, Valber, Cafu, Toninho Cerezo e Palhinha foram os destaques das campanhas do bi paulista.

    O Eterno ídolo, Raí

    Após um jejum de títulos e com a saída de Telê Santana, só em 1998 a equipe voltou a comemorar um paulistão com a volta do ídolo Raí e tendo também como peças-chave os atacantes Denilson e França e o goleiro Rogério Ceni, que vivia somente o seu segundo ano como titular.

    No ano 2000, a equipe voltou a vencer um paulistão e com um fato inédito para o futebol brasileiro: o goleiro Rogério Ceni foi o primeiro goleiro brasileiro a fazer um gol numa final de campeonato. E um golaço de falta, no ângulo do goleiro santista Carlos Germano.

    O time campeão paulista em 2000
     
    Em 2005 o clube conquistou seu último título paulista. E foi o primeiro título daquele ano, que terminou com o clube vencendo a sua terceira Libertadores e seu terceiro Mundial.

    O Capitão, com mais de 900 jogos e 20 anos de Tricolor

    Em 2010, a equipe chegou a semifinal do paulistão, sendo eliminada pelo Santos, futuro campeão, com show de Neymar e Ganso.


    CURIOSIDADES

    - 3º Maior Campeão Paulista com 20 títulos.
    - Teve como pior campanha um “rebaixamento”, polêmico até hoje, à divisão de acesso do Paulistão em 1990.
    - Em 16 oportunidades, terminou o campeonato com um jogador de seu elenco como artilheiro – o último foi Luís Fabiano, o Fabuloso, com 18 gols em 2003.
    - Serginho Chulapa, além de ser o maior artilheiro da história do clube, é o maior artilheiro em uma única edição do Paulistão, com 32 gols.

    O Maior artilheiro da história do São Paulo Futebol Clube, Serginho Chulapa


    TODOS OS TÍTULOS

    1931, 1943, 1945/46, 1948/49, 1953, 1957, 1970/71, 1975, 1980/81, 1985, 1987, 1989, 1991/92, 1998, 2000 e 2005.

    Amanhã, o campeão do século, a Sociedade Esportiva Palmeiras.

    Até lá

    Guilherme de Morais
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    Especial Paulistão Parte 11 - Oeste e Grêmio Prudente

    OESTE


    Com 34 participações no paulistão, o Oeste Futebol Clube foi fundado em 25 de Janeiro de 1921 e este ano completa 90 anos de história. Localizado na cidade de Itápolis, a terra da Laranja, a 360 km da capital paulista, tem no estádio Municipal dos Amaros o seu alçapão para derrotar os seus adversários.

    O Estádio Municipal dos Amaros

    A Onça Rubro Negra tem muita tradição no interior paulista, tanto que é considerada o "Rei do Acesso", por conta do grande número de títulos conquistados nas divisões de acesso do Paulistão, sendo o último e mais importante conquistado em 2009 para a A1, onde se mantém há dois anos.

    Em 2004 passou pelo seu píor momento na divisão principal do Paulistão. Por escalar jogadores irregular, foi punido com a perda de 12 pontos. Tal punição culminou com o rebaixamento do Leão de Itápolis.

    No ano passado, a equipe fez a sua melhor campanha na história do Paulistão. Terminou em nono lugar, à frente do Palmeiras, tradicional time no Paulistão. A "culpa" pela grande campanha do Oeste foi o atacante Ricardo Bueno, hoje no Atlético Mineiro. Ele foi o artilheiro da equipe e do campeonato paulista no ano passado.

    O artilheiro Ricardo Bueno fez 16 gols no Paulistão do ano passado

    TÍTULOS

    Paulistão Série A2 - 2003
    Paulistão Série A3 - 1992 e 2002
    Paulistão Série B - 1998
    Paulistão Série B1 - 1997


    GREMIO PRUDENTE


    Rebatizado com esse nome em fevereiro de 2010, o Grêmio Prudente é originário do Grêmio Barueri da grande São Paulo, fundado em 1989. O novo nome gerou muita polêmica, porque houve também a mudança de sede e o clube continuou as suas atividades, tanto no campeonato paulista - que terminou em terceiro colocado no ano passado - como no campeonato Brasileiro - que culminou com o rebaixamento.

    O Volante Marcos Assunção, hoje no Palmeiras, destaque do Prudente no ano passado

    Essas foram os dois únicos campeonatos disputado pela equipe com esse nome, todos os outros foram com o nome e sede em Barueri.

    O Estádio Presidente Eduardo José Farah

    TÍTULOS COMO GRÊMIO BARUERI

    Campeão do Torneio do Interior - 2008
    Campeão da Série A2 - 2006
    Campeão da Série A3 - 2005

    Na sequencia de post a partir de amanhã, o Trio de Ferro dará o ar da graça... não percam!!!

    Abraço

    Guilherme de Morais
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    Especial Paulistão Parte 10 - São Caetano e Santo André

    Nesta continuação do especial Paulistão, vamos falar de dois clubes do famoso ABC paulista, que recentemente chegaram às finais do Paulistão, nos últimos anos: o São Caetano, campeão paulista em 2004; e o Santo André, vice campeão paulista no ano passado.


    SÃO CAETANO, CAMPEÃO PAULISTA EM 2004

    O campeonato foi disputado por 21 equipes divididas em dois grupos, se enfrentavam entre si e os quatro primeiros colocados de cada grupo se classificavam para as quartas de final. O pior classificado era rebaixado a série A2.

    O São Caetano não conseguiu uma boa classificação logo na primeira fase, apesar da boa campanha que fez, com 5 vitórias (Mogi Mirim, Palmeiras, Ituano, Paulista e União São João – sendo estas 4 últimas vitórias seguidas, o que garantiu a classificação do Azulão) 4 empates (Santos, Santo André, Guarani e Oeste) e apenas uma derrota (Marília) e a equipe terminou na quarta colocação no grupo B, e enfrentaria o São Paulo, primeiro e com a melhor campanha do Paulistão, nas quartas de final.

    Era um jogo só. Quem vencesse, passava à semifinal e enfrentaria o Santos. Aí, brilhou a estrela dos principais jogadores do Azulão: o goleiro Silvio Luiz, o lateral direito Anderson Lima, o meia Gilberto, os zagueiros Serginho e Dininho, o volante Mineiro, o meia Lucio Flávio, e os atacantes Warley, Fabricio Carvalho, Somália, Euller e o técnico ainda sem o seu tetracampeonato brasileiro Muricy Ramalho. O São Caetano fez 2x0 sem dó nem piedade no São Paulo e foi à semifinal enfrentar o Alvinegro Praiano.

    A semifinal era em dois jogos. E dois jogaços. No primeiro, um empate na Vila Belmiro por 3x3. Mas no segundo jogo, novamente o Azulão não teve dó do adversário e fez um sonoro 4x0 e, pela segunda vez, a final do Paulistão seria “caipira”: São Caetano e Paulista, que eliminou o Palmeiras na semifinal.

    Na final, o Galo da Japi não teve chance contra o excelente time de Muricy Ramalho. Foram dois jogos e duas vitórias, 3x1 no primeiro jogo e 2x0 no segundo, gols de Marcinho e Mineiro. E 25 mil torcedores foram ao Pacaembu para verem o inédito título do São Caetano, depois de bater na trave três vezes, duas no Brasileirão e uma na Libertadores da América.

    Jogadores comemoram com Muricy Ramalho o título paulista

    CAMPANHA DO AZULÃO

    PRIMEIRA FASE

    SÃO CAETANO 3X2 MOGI MIRIM
    SANTOS 1X1 SÃO CAETANO
    SÃO CAETANO 0X0 SANTO ANDRÉ
    GUARANI 1X1 SÃO CAETANO
    OESTE 2X2 SÃO CAETANO
    SÃO CAETANO 0X1 MARÍLIA
    SÃO CAETANO 1X0 PALMEIRAS
    ITUANO 2X3 SÃO CAETANO
    SÃO CAETANO 5X1 PAULISTA
    UNIÃO SÃO JOÃO 0X1 SÃO CAETANO

    FASE FINAL
    QUARTAS DE FINAL
    SÃO PAULO 0X2 SÃO CAETANO

    SEMIFINAL
    SANTOS 3X3 SÃO CAETANO
    SÃO CAETANO 4X0 SANTOS

    FINAL
    PAULISTA 1X3 SÃO CAETANO
    SÃO CAETANO 2X0 PAULISTA

    Time Campeão Paulista, em 2004

    FICHA TÉCNICA DA FINAL

    18/04/2004  -  Domingo
    SÃO CAETANO  2x0  PAULISTA
    Local: Pacaembu (São Paulo - 16h00); Público: 25.221;
    Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP); Gols: Marcinho 20' do 1º; e Mineiro 43' do 2º; Cartões Amarelos: Ânderson Lima, Alemão e Serginho.
    SÃO CAETANO: Sílvio Luís, Ânderson Lima, Dininho, Serginho e Triguinho; Marcelo Mattos, Mineiro, Gilberto e Marcinho (Lúcio Flávio); Euller (Warley) e Fabrício Carvalho (Fábio Santos). Técnico: Muricy Ramalho.
    PAULISTA: Márcio, Lucas, Asprilla, Danilo e Galego; Umberto, Alemão, Canindé e Aílton (Fábio Melo); Izaías e João Paulo (Davi). Técnico: Zetti.

    SANTO ANDRÉ VICE CAMPEÃO PAULISTA 2010


    O Santo André perdeu a final pra um ótimo time. Neymar, Ganso, André, Robinho e Arouca estavam jogando uma barbaridade. Mas o Ramalhão merece um destaque nesse post pela grande campanha que fez no campeonato do ano passado.

    O goleiro Julio Cesar, o zagueiro Cesinha, os meias Branquinho e Bruno César e os atacantes Nunes e Rodriguinho foram os destaques dessa bela campanha da equipe no Paulistão.

    O Meia Bruno Cesar, atualmente no Timão

    Na primeira fase, o Santo André terminou em segundo lugar na classificação geral, com 37 pontos, 10 a menos que o campeão do primeiro turno, o Santos.
    Foram 11 vitórias (Paulista, Ituano, Rio Branco, Mirassol, Sertãozinho, Prudente, Portuguesa, Palmeiras, Botafogo, Bragantino e Monte Azul), 4 empates (Ponte Preta, São Caetano, Oeste e Rio Claro) e 4 derrotas (Santos, Corinthians, Mogi Mirim e São Paulo). E o Santo André decidiria a vaga na final contra o novato Grêmio Prudente.

    O técnico Sergio Soares

    Dois grandes jogos também, muito equilibrados. O Santo André venceu o primeiro, por 2x1. Mas, no segundo jogo, o Prudente foi lá e buscou o resultado, venceu por 2x1, mas ficou faltando um gol. Por conta de ter feito a melhor campanha, o Ramalhão foi à final enfrentar os Meninos da Vila.

    De novo, dois belíssimos jogos, dignos de final. O Santo André dessa vez saiu atrás e tomou 3x2 do Santos, com bela atuação de Wesley. No segundo jogo, um gol com 15 segundos assustou o Santos, 1x0 Ramalhão. Neymar, em um golaço, empatou. O Santo André virou de novo, mas Neymar empatou de novo. O Santo André fez 3x2, tudo isso só no primeiro tempo.

    No segundo, o Peixe terminou com 9 jogadores, duas bolas na trave e um gol duvidoso anulado ao seu favor... não deu pro Ramalhão.

    Jogadores comemoram um dos gols na final contra o Santos

    CAMPANHA DO SANTO ANDRÉ

    PRIMEIRA FASE
    PONTE PRETA 1X1 SANTO ANDRÉ
    SANTO ANDRÉ 2X2 SÃO CAETANO
    SANTO ANDRÉ 4X2 PAULISTA
    SANTO ANDRÉ 2X2 OESTE
    ITUANO 1X2 SANTO ANDRÉ
    SANTO ANDRÉ 1X2 SANTOS
    RIO BRANCO 1X4 SANTO ANDRÉ
    SANTO ANDRÉ 2X1 MIRASSOL
    SERTÃOZINHO 2X3 SANTO ANDRÉ
    PRUDENTE 1X3 SANTO ANDRÉ
    SANTO ANDRÉ 2X0 PORTUGUESA
    PALMEIRAS 1X3 SANTO ANDRÉ
    SANTO ANDRÉ 4X1 BRAGANTINO
    SANTO ANDRÉ 3x0 MONTE AZUL
    MOGI MIRIM 3x2 SANTO ANDRÉ
    RIO CLARO 1x1 SANTO ANDRÉ
    SANTO ANDRÉ 1x3 SÃO PAULO

    SEMIFINAL
    SANTO ANDRÉ 2x1 PRUDENTE
    PRUDENTE 2x1 SANTO ANDRÉ

    FINAL
    SANTO ANDRÉ 2x3 SANTOS
    SANTOS 2x3 SANTO ANDRÉ

    FICHA TÉCNICA
    SANTOS 2 X 3 SANTO ANDRÉ
    Local: Estádio Municipal do Pacaembu, em São Paulo (SP)
    Data: 2 de maio de 2010, domingo
    Horário: 16 horas (de Brasília)
    Árbitro: Sálvio Spinola Fagundes Filho
    Assistentes: Maria Eliza Correia Barbosa e Daniel Paulo Ziolli
    Público: 35.001 pagantes
    Renda: R$ 2.349.455,00
    Cartões amarelos: Rodriguinho, Júlio César, Alê, Carlinhos, Cicinho, Halisson e Rômulo (Santo André); Pará, Neymar, Paulo Henrique e Edu Dracena (Santos)
    Cartões vermelhos: Léo, Marquinhos e Roberto Brum (Santos); Nunes (Santo André)
    Gols: SANTOS - Neymar, aos 8 e aos 32 minutos do primeiro tempo SANTO ANDRÉ: Nunes, a 1 minuto, Alê, aos 19 minutos e Branquinho, aos 43 minutos do primeiro tempo
    SANTOS: Felipe; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Rodrigo Mancha, Arouca, Marquinhos e Paulo Henrique; Neymar (Roberto Brum) e Robinho (André)(Bruno Aguiar)
    Técnico: Dorival Júnior
    SANTO ANDRÉ: Júlio César; Cicinho (Rômulo), Halisson, Cesinha e Carlinhos; Alê (Pio), Gil, Branquinho (Rodrigão) e Bruno César; Nunes e Rodriguinho
    Técnico: Sérgio Soares

    Amanhã tem mais especial Paradoxos... até lá

    Guilherme de Morais
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